O que acontece quando um plano alimentar vira um estilo de vida e passa a proteger o corpo da cabeça aos pés?A resposta para essa pergunta tem ganhado cada vez mais destaque nos grandes centros de pesquisa e consultórios médicos: a dieta mediterrânea.
Longe de ser apenas uma “moda” passageira, este é um padrão alimentar ancestral, baseado nos hábitos dos povos banhados pelo Mar Mediterrâneo, que a ciência tem comprovado ser uma verdadeira fonte da juventude e longevidade, com benefícios que vão muito além da balança.
Nos últimos anos, ela se tornou um dos tópicos mais quentes da pesquisa em saúde global, celebrada por seu poder preventivo. Estudos robustos apontam que a adesão a este estilo de vida pode reduzir o risco de demência em até 35% em grupos de risco, atenuar os perigos do diabetes (inclusive em uma versão mais flexível da dieta) e até se mostrar uma aliada importante no combate à psoríase, uma doença de pele inflamatória crônica.
Em suma, a dieta mediterrânea age como um escudo de proteção sistêmica: do sistema cardiovascular ao neurológico, prevenindo males como o Alzheimer. Mas o que mais nos chama a atenção é um benefício ainda pouco explorado pelo público, mas de importância vital: a redução significativa dos problemas gengivais.
